Representações de mundo, geografias adversas e manejo simbólico – aproximações entre clínica psicopedagógica e ensino de geografia

Autores

  • Lucimara Vizzotto Reffatti Pedagoga, especialista em Piscopedagogia, Mestre em Geografia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, atuação em clínicas psicopedagógicas e professora em educação de jovens e adultos na Rede Pública Municipal de Educação de Porto Alegre.
  • Nelson Rego Doutor em Educação. Professor nos cursos de Graduação e Pós-Graduação em Geografia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Professor visitante nos cursos de Pós-Graduação em Educação e Psicologia Social, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Resumo

O artigo estabelece relações conceituais e operacionais entre representações de mundo, manejo simbólico e aproximações entre clínica psicopedagógica e ensino de geografia, em periferias urbanas, onde a geografia proximamente vivida e os contextos sócio-econômicos são expressos, pelos pacientes de práticas clínicas, como adversos para a existência. Temas geográficos são utilizados como meio para o trabalho de ressocialização de crianças e adolescentes gravemente conflituados, sendo apontada uma proximidade entre clínica psicopedagógica, escola pública e ensino de geografia, se consideradas conflituosidades manifestadas na clínica e na escola como proximidades situadas sobre a extensão de um mesmo universo social gerador de exclusões.

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Publicado

2015-08-10

Como Citar

VIZZOTTO REFFATTI, L.; REGO, N. Representações de mundo, geografias adversas e manejo simbólico – aproximações entre clínica psicopedagógica e ensino de geografia. Terra Livre, [S. l.], v. 2, n. 23, p. 75–85, 2015. Disponível em: https://publicacoes.agb.org.br/terralivre/article/view/194. Acesso em: 16 jul. 2024.