Edição Atual

v. 4 n. 1 (2024): janeiro-junho
A imagem de uma Balalaika, instrumento popular russo

            Certamente há quem diga que o fundamento da música é a matemática. Pensamos que essa afirmação referenda a importância de respeitar o intervalo: Quando tocar? Quando silenciar? Levando isso em consideração, pensamos que além da métrica existe o ritmo e a harmonia que podem variar de acordo com o efeito que se deseja produzir, em outros termos, uma mesma música pode assumir um tom lento e melancólico, mas também pode assumir um ritmo animado, dançante. Com isso, entendemos que a música é uma das formas de arte que mais combinam a razão e a emoção.

            E para representar esse caminho que é editorial, escolhemos um instrumento musical, a Balalaika. E fizemos uma corruptela, com a palavra que nomeia esse instrumento, colocando um hífen [ - ] entre Bala e Laika. Esse exercício ao mesmo tempo que é um jogo lúdico, não é só isso, indica um pouco da etimologia da palavra. Historicamente a Balalaika é um instrumento da música popular e folclórica russa, mas também está presente na Bielorússia e existe o indicativo que a origem da palavra seja Turca. Foneticamente a primeira parte da palavra lembra um doce [bala], porém, com um sentido mais próximo ao contexto do instrumento, também pode ser, balada, canto e ou música. No que diz respeito a segunda parte [laika], também, foneticamente, nos remete ao sentido de algo profano, leigo e mundano.

            Talvez essas sejam características dessa publicação/provocação, ousar tocar, combinando, pensamentos e afetos.

Publicado: 2024-04-16

Edição completa

Editorial

  • APRESENTAÇÃO

    DOI: https://doi.org/10.62516/rfg.v4i1.3490
    Felipe Moura Fernandes
    7-8

Bala-laika

  • LUGAR SINGULAR

    DOI: https://doi.org/10.62516/rfg.v4i1.2355
    João Paulo Dias de Araújo
    9
  • O QUE É ESPAÇO?

    DOI: https://doi.org/10.62516/rfg.v4i1.2353
    João Paulo Dias de Araújo
    10-12
  • POESIAS DE UM DIA SÓ

    DOI: https://doi.org/10.62516/rfg.v4i1.2354
    Aline Mello Campos
    13-17

Geografando

  • LUCAS

    DOI: https://doi.org/10.62516/rfg.v4i1.2352
    Maria Paula de Souza Turim
    18-21
  • UMA LUZ NEON NA ENCRUZILHADA

    DOI: https://doi.org/10.62516/rfg.v4i1.2374
    Eduardo Karol
    22-29

Artigos

  • POSSIBILIDADES TEÓRICO-METODOLÓGICAS PARA A PESQUISA GEOGRÁFICA: O CONCRETO PENSADO E AS CONTRIBUIÇÕES DO PENSAMENTO GRAMSCIANO

    DOI: https://doi.org/10.62516/rfg.v4i1.2946
    Rodrigo Coutinho Andrade
    30-49
  • POLÍTICA, RACISMO E FOME EM QUARTO DE DESPEJO DE CAROLINA MARIA DE JESUS

    DOI: https://doi.org/10.62516/rfg.v4i1.3220
    Mariana de Souza Santos, Igor Marins Dinelly Pessoa , Igor Rodrigues Rego Sankuevitz Cruz, Patrícia M. C. Filgueiras, Felipe Moura Fernandes
    50-69

Relatos de Experiência

  • OS FANZINES COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NO X FALA PROFESSOR(A) RIO DE JANEIRO 2023

    DOI: https://doi.org/10.62516/rfg.v4i1.3229
    Clézio Dos Santos, Jefferson Oliveira de Paula
    70-85
  • JORNAL NA ESCOLA: PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES CRÍTICOS EM ESCOLAS PÚBLICAS

    DOI: https://doi.org/10.62516/rfg.v4i1.2970
    karoline Ferreira, Aparecida Maria Peres Mainenti
    86-105
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